Donald Trump volta a falar em ofensiva na América do Sul: "Se necessário, iremos usar nossa força"
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| Reprodução/UN |
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a falar sobre usar a força para acabar com o que ele chamou de ameaças à América e citou as recentes ações na Venezuela como prova do que é capaz de fazer. Durante abertura da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), iniciada nesta terça-feira (22) em Nova York, o líder norte-americano declarou que o país está melhor do que os anos anteriores.
Trump afirmou que a economia americana é invejada por outros países, além de ter o maior poder militar do mundo e a melhor tecnologia do planeta.
Enquanto outros conversavam, eu agi. Enquanto outros falavam de paz, eu a construí. Enquanto outros ignoraram ameaças, eu as enfrentei. Enquanto outros falaram de coragem, a América a demonstrou", declarou Trump.
O presidente voltou a celebrar ações americanas contra a Venezuela, relembrando a ofensiva em 3 de janeiro, quando uma operação militar americana capturou o então presidente Nicolás Maduro e o levou para os EUA, onde ele responde a acusações de tráfico de drogas em uma prisão em Nova York.
"Nossas ações na Venezuela são prova de que os Estados Unidos não vão mais permitir ameaças à América para ganharem território em qualquer lugar no hemisfério ocidental", disse Trump, deixando em aberto a possibilidade de repetir ofensivas na América do Sul. "Se necessário iremos usar nossa força", declarou.
Trump ainda pontuou problemas que, segundo ele, afetam a segurança dos Estados Unidos. "Cartéis de drogas, imigração desenfreada e adversários estrangeiros nos ameaçavam. Mas não mais. Usaremos o poder se necessário. Eu designei que cartéis de drogas são forças terroristas. Eles são 'Estado Islâmico' do ocidente", afirmou o presidente.
por Matheus Simoni

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